10/19/2012


Dose tripla!

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Olá ,leitores de Orsina!

Hoje estamos muito gratificados com o depoimento de dois estudantes de nossa escola, ambos da 1701.

Segundo Raíssa Santos, o livro "A bailarina fantasma" de Socorro Acioli foi  surpeendemente incrível, com cordodância de Sara Macedo e Esther Magalhões:

" Li três vezes. O melhor livro que eu já li!"






Marcelo Maurício , por sua vez, achou a narrativa de O menino do pijama listrado, de Jonh Boyne, sensacional!


"O melhor livro que já li, e também li três vezes seguidas!"



10/16/2012


Flash do livro #17

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Olá leitores do Orsina!

Por recomendação de nosso voluntário Bruno Luis, vamos indicar o livro Irmãos Pretos, de Liza Tetzner.



A história se passa em 1838. Conta a saga do menino Giorgio, vendido pelo pai a um estranho que o venderá a outros estranhos, já na Itália, e que viverá aventuras e desventuras emocionantes, até retornar ao seu país, a Suíça.



Na Milão daquele tempo, as lareiras eram a lenha. E as chaminés necessitavam de periódicas limpezas. Aí entra o nosso herói, ou melhor, os nossos heroizinhos (que a função de limpadores exerciam-na milhares de garotos, todos maltratados, descalços, negros de fuligem. Nenhum direito lhes cabia. Nada recebiam pelos seus serviços sujos, pois o agenciador já pagara por eles a seus pais, camponeses famintos dos cantões da Suíça.

Aliás, recebiam sim: pancadas, insultos, sarcarmo, humilhaões, o favor de um prato diário de comida, às vezes um colchão para dormir, encarceramento à noite...
Recebiam sim: um manto de invisibilidade das autoridades de um e outro país, o "status" de fugitivos da lei quando escapavam das garras de seus senhores, os chamados artesãos; sovas públicas, na rua, ao mínimo deslize, com "direito" a apoios e aplausos ao carrasco sovador...
O livro choca porque fundeado em fatos: de 1800 a 1920, famílias pobres do Cantão de Ticino comerciavam seus meninos de 12, 13 anos a agenciadoreds, que os conduziam à Itália, onde eram revendidos com incrível ágio, aos mestres artesãos, que percorriam as ruas de cidades como Milão alugando-os para limpar chaminés. A tarefa lhes era adequada por serem magrinhos e pequenos.
Sob o sol, a chuva, a neve, os tapas, os empurrões, as ordens absurdas, os garotos suportavam o calor dos fornos e os riscos de lá entalarem ou de escorregarem, estatelando-se nas lareiras.
Visitavam mansões, casas luxuosas, lares comuns, cujos moradores --- políticos, juízes, cidadãos notáveis e gente comum --- jamais questionaram na natureza ou o aspecto legal daquele trabalho tão duro.
Só os mais fortes sobreviviam.


Então criaram uma Irmandade secreta, com juramentos, regras, senhas, códigos e rituais: os Irmãos pretos. Essa confraria solidária, comandada com jovens mãos de ferro, objetivava protegê-los, defendê-los de outro grupo, o dos meninos da cidade, que vivia escarnecendo deles, espancando-os quando sozinhos, e maquinando perversidades mil. Nome desse grupo: os Lobos.




 

Vale a pena conferir essa história que é existente em nosso acervo!

Autor semanal: Lygia Bojunga

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Olá leitores do Orsina!
Hoje temos como autora semanal a clássica Lygia Bojunga, recomendado tanto por nossa bibliotecária quanto nossos poetas.








Lygia Bojunga se consagrou como autora de alguns dos livros mais conhecidos da literatura infanto-juvenil brasileira. "Os Colegas", "Angélica" e "A Bolsa Amarela" são algumas das obras que já completaram algumas décadas de existência, mas continuam presentes nas estantes das crianças.

Nascida em Pelotas (RS) em 1932, Lygia levou quase 40 anos para conseguir viver apenas de seu talento literário. Durante esse tempo, atuou em peças de teatro, trabalhou em rádio e televisão e chegou a fundar uma escola para crianças pobres do interior, que dirigiu por cinco anos. Mas foi como escritora que Lygia alcançou um enorme prestígio. Em 1982, recebeu o prêmio Hans Christian Andersen, e em 2004 o prêmio ALMA (Astrid Lindgren Memorial Award), os dois mais importantes prêmios internacionais da literatura infanto-juvenil.

Atualmente, a escritora cuida dos negócios de sua própria editora - "Casa Lygia Bojunga" - que publica exclusivamente seus livros. Também é responsável pela Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga, sediada no Rio de Janeiro e que desde 2004 desenvolve projetos socioeducativos voltados para o estímulo da leitura de crianças e jovens.







Preparem-se!

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Olá leitores do Orsina!
Já estamos preparando o quiz sobre Shakespeare ;preparem-se! Até o final deste mês, vocês seram informados da data!
E aí, "Ser ou não ser" participante?

10/09/2012


Fiquem de olho!

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Olá leitores 

Famosa HQ francesa , cujo autor é um belga, encanta todos os amantes dos quadrinhos do mundo todo! 

Ficheiro:TintinetMilu.jpg




Autor semanal: Ziraldo

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Olá leitores do Orsina!






 

Como estamos falando de HQs e de crianças, ninguém melhor para representar se não Ziraldo do menino maluquinho!



Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Além de pintor, é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor. saci pererê

A fama começou a vir nos anos 60, com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor: A Turma do Pererê. Durante a Ditadura Militar (1964-1984) fundou com outros humoristas O Pasquim - um jornal não-conformista que fez escola, e até hoje nos deixa saudades. Seus quadrinhos para adultos, especialmente The Supermãe eMineirinho - o Comequieto, também contam com uma legião de admiradores. 

Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema. Uma seqüência do filme deve ser lançada em breve! 

Os trabalhos de Ziraldo já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e basco, e representam o talento e o humor brasileiros no mundo.




Confiram nossas obras desse autor em nosso acervo!



Especial HQs

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Olá leitores do Orsina!


Hoje teremos, em homenagem ao dia das crianças, um especial de quadrinhos, ou popularmente conhecidos , HQs.



Personagens e aventuras inesquecíveisDas primeiras tirinhas aos heróis ultra-modernos, dez momentos marcantes das HQs
1869 - AS AVENTURAS DE NHÔ QUIM
De Angelo Agostini
Esse autor italiano, radicado no Brasil, lançou uma das primeiras revistas de nosso país, a Revista Ilustrada. Agostini também foi um dos pioneiros das HQs. As Aventuras de Nhô Quim, publicada na revista Vida Fluminense, narrava as experiências de um caipira na cidade grande. E trazia uma novidade: histórias com um personagem fixo.


1895 - YELLOW KID
De Richard Outcault
Angelo Agostini e outros pioneiros criaram embrioes de HQs, mas a primeira HQ moderna foi Yellow Kid. Na verdade, esse era o nome do principal personagem da tira At the Circus in Hogan’s Alley, que saía uma vez por semana no jornal New York World.


1934 - FLASH GORDON
De Alex Raymond
O personagem surgiu para disputar mercado com outro herói espacial: Buck Rogers. Mas, graças ao talento de Raymond, em pouco tempo as aventuras intergalácticas de Flash Gordon superaram a popularidade do grande rival.


1952 - MAD
De Harvey Kurtzmann
Mad foi uma revista que revolucionou o gênero com seu humor debochado. Era uma forma original de reagir à crescente censura aos quadrinhos nos Estados Unidos, quando os temas mais violentos começaram a perder espaço.


1929 - TARZAN
De Hal Foster e Burne Hogarth
Hal Foster desenhou em tiras o romance de Edgar Rice Burroughs para ser publicado em jornais. O público adorou Tarzan e até hoje as histórias do herói continuam sendo publicadas. Em 1937, Hogarth passou a desenhar o personagem e criou o traço mais vigoroso do "Rei dos Macacos", conferindo às histórias uma ação ininterrupta.

1930 - MICKEY MOUSE
De Walt Disney
Mickey Mouse, símbolo do império de Walt Disney, fez sua estréia num desenho animado de 1928. Foi só dois anos depois que ele virou tira de jornal. Com o sucesso inicial, o ratinho logo ganharia uma revista mensal a Mickey Mouse Magazine.


1959 - BIDU
De Maurício de Sousa
O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da famosa turma da Mônica criado por Maurício de Sousa. Sua tirinha de estréia saiu no jornal Folha de S. Paulo. No início dos anos 60, surgiriam os personagens Cebolinha, Cascão, Mônica e Magali.


1940 - THE SPIRIT
De Will Eisner
A linguagem revolucionária, com ângulos insólitos, fez com que "O Espírito" já fosse chamado de "Cidadão Kane dos quadrinhos", uma referência ao maior filme de todos os tempos. Danny Colt era um criminologista dado como morto que perseguia bandidos.

1985 - O CAVALEIRO DAS TREVAS
De Frank Miller
Esse artista inaugurou uma nova fase nas HQs: o quadrinho de autor. Em "o Cavaleiro das Trevas" (the Dark kNight Returns, no original em inglês), Miller retrata um Batman vulnerável e inseguro. Com essa humanização do personagem, o artista criou uma das melhores histórias do herói.


1986 - MAUS
De Art Spiegelman
Os judeus são retratados como ratos e os nazistas como gatos na história de um sobrevivente do holocausto. a saga ganhou um Pulitzer especial, importante prêmio jornalístico dos estados unidos.